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09/07/10

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Mais um julgamento no sul da Galiza por denunciar presença de simbologia fascista

A sentença semelhou em todo o momento estar já escrita. À entrada na sala, a juíza advertiu ao advogado de que nom houvesse “proclamas revolucionárias” durante o julgamento. Acto seguido negou-se a aceitar as provas apresentadas pola defesa para depois, no que foi o ponto álgido da sua actuaçom, proceder a coagir com ameaças de prissom a única testemunha presente na acçom, porque na sua declaraçom afirmava nom recordar se os ali presentes eram ou nom as pessoas que estiveram no lugar o dia dos factos.

A 16 de Dezembro, às 12h, tinha lugar na Audiência Provincial de Ponte Vedra um julgamento que fora adiado contra dous militantes antifascistas do Condado acusados de boicotarem simbologia fascista numha igreja de Salvaterra de Minho.

A sentença semelhou em todo o momento estar já escrita. À entrada na sala, a juíza advertiu ao advogado de que nom houvesse “proclamas revolucionárias” durante o julgamento. Acto seguido negou-se a aceitar as provas apresentadas pola defesa para depois, no que foi o ponto álgido da sua actuaçom, proceder a coagir com ameaças de prissom a única testemunha presente na acçom, porque na sua declaraçom afirmava nom recordar se os ali presentes eram ou nom as pessoas que estiveram no lugar o dia dos factos.

Casos como a condena ao companheiro Alexandre Rios Bergantinhos, pola qual o companheiro pode entrar proximamente em prisom, ou a condena tempo atrás a umha mulher que nom entregava a sua criança ao seu ex-companheiro porque este tinha umha ordem de afastamento dela por maus tratos, e que fora denunciado também por agressons sexuais por outras pessoas, som algumhas das sentenças emitidas anteriormente por esta juíza.

À espera da previsível sentença, continuamos a reivindicar: simbologia fascista fora da Galiza!!!